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Lâmpadas Philips

Lâmpadas Automotivas Philips: A Líder do Mercado

22/07/10

Escrito por Thiago Rodrigues em Automotivo

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A fábrica de Lâmpadas Automitvas Philips, em Recife, a Philips Automotive Lighting, é simplesmente uma das líderes mundiais no fornecimento de lâmpadas para montadoras de automóveis, fabricantes de faróis e mercado de reposição. Por isso, nós da Hayamax, vamos falar um pouco sobre as Lâmpadas da Philips, daremos dicas e esclareceremos algumas coisas.

Mas antes de qualquer coisa, vamos esclarecer algumas coisas em relação a Legislação vigente no Brasil. Isso, porque muitas pessoas ainda sentem um certo receio em relação ao uso das lâmpadas da Philips.

As Lâmpadas Philips e o Contran

No dia 01 de janeiro de 2009, entrou em vigor no país as Resoluções 227 e 294 do Contran. Estas novas normas passaram a limitar o uso de certos Faróis, aspectos elétricos e principalmente a intensidade da luz emitida pelos veículos.

Mas o que pouca gente sabe, é que a Philips, nunca infringiu qualquer lei, ou seja, mesmo com as novas normas, os produtos de iluminação automotiva da Philips atendem em todos aspectos, elétricos, de cor, fotométricos e de intensidade luminosa requeridas pelas novas Resoluções. Inclusive os produtos da linha super branca: Blue Vision, Crystal Vision e Diamond Vision.

Nós da Hayamax pesquisamos, e descobrimos que apenas o Kit Conversão Xenon passou a ter uma exigência adicional, pois passa a ser considerado pelo Contran, uma modificação no sistema de iluminação, ou seja, modifica-se o sistema original com lâmpada halógena para um sistema de lâmpada de descarga de gás. Por isso é necessário antes da instalação do Kit Conversão Xenon a obtenção de uma autorização junto ao Detran / Ciretran para essa modificação. Simples assim. Para entender melhor, assista abaixo um vídeo com o Gerente de Marketing e Produtos da Philips.

Todas as Lâmpadas Philips utilizam vidro de quartzo UV para aumentar seu desempenho. O vidro de quartzo UV proporciona mais luz para o caminho e o mais alto nível de resistência a vibrações, temperaturas extremas e riscos de explosão. O vidro de quartzo UV-block da Philips filtra também os raios ultravioletas que podem danificar as unidades das lanternas modernas de plástico. Abaixo, saiba mais sobre alguns dos modelos de Lâmpadas da Philips mais populares.

BlueVision

A lâmpada BlueVision é uma inovação em lâmpadas azuis, ela simula a “luz do dia” à noite ou em condições climáticas adversas. Sua luz é mais branca e brilhante, com um tom menos amarelado que as originais (temperatura 4.000K ao invés de 3.200K das originais) e um efeito azulado no interior dos faróis.

 

CrystalVision

A lâmpada CrystalVision é a única que oferece uma luz super branca com temperatura de cor de 4.300K. É um tipo de lâmpada que privilegia a visibilidade, pois possui uma ótima performance na emissão de luz com o mesmo consumo das lâmpadas convencionais.

 

DiamondVision

A lâmpada DiamondVision é a opção perfeita para quem quer um visual diferenciado em seus faróis, oferecendo uma luz mais azulada com temperatura de cor de 5.000K e ótima performace na emissão de luz.

 

Kit Conversão Lâmpadas Xenon Philips

Com este Kit Philips Xenon HID você converte os faróis comuns para as inovadoras lâmpadas Xenon, melhorando a aparência do seu carro e obtendo melhor visibilidade e conforto para dirigir a noite com mais segurança. Este Kit Xenon produz uma luz mais intensa e mais branca, 300% mais luz do que uma halógena standard, são 3.200 lúmens para uma perfeita visibilidade e uma temperatura de cor de 6.000K. Ele possui vida longa, de até 2.500 horas e consumo 50% menos que uma halogena standard.

 

MotoVision

A Moto Vision é exclusiva para o uso em faróis de motos. Ela oferece o benefício de diferenciar o farol da moto com uma reflexão de cor alaranjada nos refletores do conjunto óptico. Assim a moto é reconhecida facilmente pelo farol alaranjado em meio aos carros, aumentando a segurança e evitando acidentes. Uma inovação que já vinha sendo utilizada com sucesso na Europa.

E além da vantagem de sua moto ser facilmente reconhecida, a lâmpada MotoVision também oferece uma luz intensa e branca garantindo melhor visibilidade com até 40% mais luz e até 20 metros mais longe, em comparação às halogenas comuns.

 

Dicas da Hayamax

  • Indique a troca das Lâmpadas sempre aos pares. Se uma lâmpada queimou é muito provável que a outra logo queimará, já que possuem um tempo de vida útil semelhente.
  • Recomende sempre lâmpadas Philips originais de fábrica. Garantia de qualidade no serviço prestado.
  • Recomende a troca das lâmpadas uma vez a cada 2 anos mesmo que estas estejam funcionando. Uma lâmpada perde até 30% de sua luminosidade após as primeiras 100 horas de uso.
  • Recomende as lâmpadas Vision Plus (até 50% mais luz) para quem requer mais luz, principalmente para proprietários de carros com faróis antigos, onde as lentes são de vidro e estriadas.
  • Recomende as lâmpadas Blue Vision para quem deseja ter um efeito azulado no interior dos faróis e luz mais branca (4000K).
  • Recomende a regulagem dos faróis quando o carro estiver carregado. Existe um pino de regulagem na parte superior dos faróis que permitem um ajuste adicional (1,2 ~ 2,0 graus). Nos carros mais sofisticados, a regulagem pode ser feita automaticamente através de um acionamento eletrônico no interior do veículo.
  • Evite a instalação de lâmpadas com alta potência (100/90W). Caso o cliente exija, alerte-o para eventuais problemas que possam ocorrer, como o derretimento das lentes e cabos elétricos e descascamento do “espelho” do farol.
  • Para saber mais sobre manutenção preventiva assim como iluminação automotiva e argumentação de vendas, acesse o site www.luz.philips.com e inscreva-se gratuitamente no curso Iluminação Automotiva: tecnologia e aplicação.

Diferencie-se e lucre com a Philips.

Confira todas Lâmpadas Philips que possuímos aqui: http://www.hayamax.com.br/0300050-lampadas_e_farois/?search=philips

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Kits de Ferramentas: Você precisa de um!

21/07/10

Escrito por Fernando Luiz em Ferramentas

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Que atire a primeira pedra quem nunca utilizou uma faquinha de serra ou até mesmo uma colher de sobremesa, para apertar um parafuso!! Lembrando que isso além de estragar os utensílios domésticos, deixam o serviço, digamos assim: meia boca. Pois é sempre na hora do desespero, quando precisamos fazer pequenos ajustes em uma gaveta, apertar as portas do armário ou até mesmo trocar os trilhos ou suportes da cortina da sala, que procuramos, procuramos, e não encontramos nada que seja adequado. E é exatamente aí que um bom Kit de Ferramentas nos faz tanta falta.

As ferramentas têm um papel importante na evolução humana, desde o inicio dos tempos os homens produzem ferramentas para deixar o seu dia a dia e seus afazeres mais práticos, começamos pela invenção da roda que foi um passo gigantesco para a evolução tecnologia e durante toda a evolução humana surgiram varias invenções para facilitar o dia a dia do homes e mais recentemente a criação de ferramentas manuais para pequenos ajustes e concertos.

O Kit Ferramentas é o agrupamento das ferramentas de pequeno porte utilizadas no dia a dia que pode ser a salvação para um pequeno problema em sua casa, há uma variedade muito grande de Kit de Ferramentas que vão do mais simples que possuem apenas chaves até o mais completo que acompanha ferramentas pouco utilizadas. Normalmente os Kit Ferramentas são compostos de chaves de fenda, chave philips, chave allen, alicate, estilete, chaves de precisão, presilhas, grampos e martelo.

Mas não se preocupe, não estamos querendo dizer que você precisará sair correndo para comprar um monte de ferramentas, nós da Hayamax gostaríamos de deixar algumas dicas em relação a Kits de Ferramentas que irão facilitar o seu dia a dia.

Dica Hayamax:

A Hayamax possui vários tipos de Kit Ferramentas, como citado acima eles vão dos mais simples aos mais completos, apresentaremos então algumas opções bem como os componentes que acompanham o Kit Ferramentas, para que você possa ver qual se encaixa em sua necessidade diária. Mas antes disso segue algumas informações sobre as ferramentas mais utilizadas.

Chaves:

Existem vários modelos de chaves, elas possuem a finalidade de apertar ou afrouxar o parafuso, são compostas de metal com cabo geralmente de plástico ou acrílico, podendo ser imantada. Existem os modelos Chave Fenda, Chave Phillips, Chave Torx, Chave Allen e Chaves de Ponteiras.

Alicates:

Alicate é uma ferramenta que possui articulação que serve para aumentar a força feita pelo usuário sobre o objeto. O alicate mais conhecido é o Universal, é chamado assim, porque possui a capacidade de cortar, de segurar com firmeza e prensar terminais. Além do modelo universal, existem os modelos de Corte, Corte Diagonal, Corte de Precisão, Bico, Bico Curvo, Crimpar, Desencapador e Meia Cana.

Martelo:

O martelo é um instrumento usado para golpear objetos, tem seu uso tão variado que vai do Direito à Medicina é uma das ferramentas mais primitivas já confeccionada pelo homem, em sua casa ele pode ser utilizado para fixar quadros, pregar pequenos móveis e pode ser utilizado até mesmo para fazer trabalhos mais pesados como uma estrutura de madeira.

Kits Ferramentas:

Nós da Hayamax gostaríamos de apresentrar um Kit de Ferramentas da Smart, são 132 peças em um Kit bem completo. A principal característica deste Kit é o seu custo x benefício, isso por que ele é um Kit super barato, e suas peças são de boa qualidade. Ele é indicado para tarefas leves, domésticas.

Ele é composto por: Alicate de bico longo 150mm com cabo emborrachado; Chave ajustável 150mm; Martelo com cabo emborrachado; Nivelador; Chave de boca; Trena 3m; Estilete; Chaves hexagonais (Métricas); Chaves hexagonais (Polegadas); 20 Bits de ponta ajustável; Chaves de precisão; Maleta plástica abre e fecha.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre ferramentas e sobre a importância de ter um Kit Ferramentas em sua casa, a Hayamax o convida a navegar a vontade e conferir a variedade de ferramentas e também os Kit Ferramentas existentes em nossa loja.

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Como funciona uma Central de Alarme?

19/07/10

Escrito por Fernando Luiz em Segurança

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Nos dias atuais sabemos que muros e grades já não são mais sinônimos de segurança, e com o avanço da violência, nós nos preocupamos cada vez mais em levar segurança para a nossa família e o local onde moramos. Pensando nessa necessidade e a constante procura por segurança a Hayamax vem trazer algumas informações sobre os vários modelos e funcionalidades das Centrais de Alarme.

Existem no mercado vários modelos e marcas de Centrais de Alarme, todas elas possuem a mesma finalidade que é proteger o local onde a mesma está instalada. Começaremos então falando sobre os itens que compõe uma Central de Alarme e o que ela pode oferecer ao consumidor.

Central de Alarme:

Em sua maioria a Central de Alarme é composta pela Central propriamente dita que é como se fosse sua base, também são necessários os sensores que são os responsáveis pela identificação de uma possível invasão, a sirene que fará o trabalho de alerta sonoro no caso de uma invasão, os controles que servirão para a ativação e desativação da Central de Alarme e por fim a discadora que tem a responsabilidade de fazer a comunicação do disparo do alarme com os fones cadastrados para receber a ligação no caso de uma invasão. Há, não podemos nos esquecer da alimentação da Central de Alarme que é feita através de uma bateria selada de 12v/7 na maioria dos fabricantes, mas este item na maioria das vezes não acompanha a Central de Alarmes.

Setores:

As Centrais de Alarme são compostas em sua maioria de dois a oito setores, sendo que cada setor corresponde a um local a ser monitorado, podendo ser colocado em cada setor um numero indeterminado de sensores seja eles sensores de parede com fio ou sem fio e também sensores de porta ou janela (que veremos detalhes a seguir). Ou seja, se você quiser utilizar uma Central de Alarme na sua residência e a mesma possui uma sala, uma cozinha, dois quartos e um banheiro você irá precisar de uma Central de Alarme com cinco setores isso se você quiser cobrir todos os cômodos da residência.

Sensores:

Como mencionado acima as Centrais de Alarme precisam de sensores que podem ser os convencionais com fio ou sem fio e também existem os sensores de portas e janelas que seguem os mesmos padrões dos convencionais podendo ser com fio ou sem fio. A diferença entre eles é somente a questão da praticidade de instalação, que no caso dos sensores sem fio não é necessário ao instalador a passagem dos fios pela parede, e também a questão do preço que no caso dos sensores com fios é um pouco mais barato, mas sendo assim é preciso ser avaliado a necessidade de cada ambiente verificando qual a melhor opção de sensores para acompanhar a Central de Alarme a ser utilizada.

Sirene:

A sirene é um acessório fundamental para o bom funcionamento da Central de Alarme, ela normalmente é bitonal o que significa que possui dois tipos de sons, normalmente consome em torno de 0,3 A e trabalha tem a intensidade de som em torno de 120 db, em sua maioria são nas cores preta e branca, mas todos esses detalhes não interferem na parte funcional de sua Central de Alarme.

Controles:

O controle é um acessório fundamental para o funcionamento de sua Central de Alarme, normalmente ele acompanha a Central de Alarme, mas em caso de perder ou até mesmo ter estragado o seu controle ele também é encontrado a venda separadamente. Ele possui normalmente uma bateria 12v, e funciona na frequência de 433 Mhz.

Discadora:

Responsável pela comunicação da Central de Alarme e o usuário, a discadora pode armazenar até nove números de telefone com vinte e dois dígitos cada um, sendo assim no caso do dispara do alarme da Central o fone cadastrado recebe uma ligação de aviso.

Agora que você já sabe um pouquinho mais sobre Central de Alarme, a Hayamax o convida a navegar a vontade e também o convida a conferir os modelos de Centrais de Alarmes que trabalhamos.

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Centrais Telefônicas Analógicas e Digitais

14/07/10

Escrito por Fernando Luiz em Telefonia

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Hoje nós da Hayamax decidimos contar um pouco pra você da história da Central Telefônica, seu funcionamento e dar algumas dicas para não errar na hora de escolher seu equipamento.

Central telefônica é um equipamento eletrônico que realiza a ligações entre dois usuários do serviço de telefonia, as principais funções de uma central telefônica são: atendimento, recepção de informação, processamento da Informação, teste de ocupado, interconexão, alerta, supervisão, envio de informação, disponibilidade maior.

Nascida por volta de 1879 em Paris, no mesmo ano em que foi instalada no Rio de Janeiro a Companhia Telephonica do Brasil a criação da Central telefonica foi considerada um avanço importante e surpreendente para a época, essas Centrais Telefonicas precisavam de pessoas para opera-las e funcionavam em sua totalidade com operações manuais. Nesta época surgiram desconfianças de que as telefonistas desviavam propositalmente as ligações. Por isso, criou-se a necessidade de inventar um sistema que dispensasse o intermédio delas.

O surgimento das Centrais automáticas que não precisavam de operador/telefonista para fazer uma ligação, eram do tipo eletromecânica, também chamadas de Passo-a-passo. Inicialmente elas foram substituidas pelas centrais Cross Bar “Barras cruzadas” (imagem ao lado), que também eram eletromecânicas e a partir dos anos 70 as empresas de telefonia passaram a utilizar Centrais Digitais, também chamadas CPA “Central de Programa Armazenado”. Essas centrais são consideradas verdadeiros computadores e trabalham com um software interno para execução das operações inerentes: interligar terminais, executar controle, teste e gerenciamento do hardware, identificação de chamadas, transferência de chamadas, ligações simultâneas aos clientes.

Nos dias atuais é fato que as empresas e até mesmo algumas residências necessitam de uma Central Telefonica para fazer a comunicação interna e facilitar o dia a dia seja no trabalho ou ate mesmo em transferencias internas de ligações, e não é só isso, podemos notar que as centrais telefonicas ganharam o gosto principalmente de donos de estabelecimentos comerciais, seja ele um hotel, motel, restaurante, pousada. Facilitando assim a comunicação entre os varios setores do local ao qual ela está instalada.

Dica da Hayamax: Centrais Telefônicas Intelbras

Central Micro Conecta – capacidade para 2 linhas e 8 ramais.

A Micro Conecta é a mais barata da Intelbrás, ela é bastante usada em pequenos escritórios, consultórios e até residências que necessitem de um Pabx. Por ser uma Central mais acessível, ela também possui menos recursos que as demais Centrais da Intelbras, mais ainda assim você pode encontrar nela algumas funcionalidades como identificador de chamadas, possui porteiro eletrônico, sistema de tarifação… entre outros.

Central Modulare i – configuração máxima de 4 linhas e 12 ramais.

A Modulare i da Intelbras é uma central um pouco mais completa e com mais funcionalidades e um custo benefício atraente, é indicada para escritórios e pequenas empresas, pois ela possibilita deixar as ligações mais rápidas e econômicas, ela possui música de espera interna e externa, senhas para os ramais, bloqueio de ligações DDI, DDD e celurares … dentre outros, com toda essa funcionalidade ela é uma das centrais mais vendidas.

Central Corp 6000 – configuração máxima 6 linhas e 16 ramais.

A Central Intelbras Corp 6000 é uma Central que possibilita ao empresário fazer com que as ligações recebidas e efetuadas tenham uma velocidade maior, ela possibilita a DDR Discagem Direta Ramal, bloqueio de ligações a cobrar, siga-me, serviço noturno e tarifação. Todos esses benefícios são desejos de um estabelecimento ou empresário que sonha em fazer com que seus gastos diminuam. Oferece ainda conforto e agilidade, pois conta com agenda telefônica e programação via internet.

Central Corp 8000 – configuração máxima 8 linhas e 24 ramais.

A Central Intelbras Corp 8000 é uma das Centrais telefônicas mais utilizadas em empresas, pois oferece segurança, agilidade e economia, minimizando custos e acompanhando sempre os detalhes das ligações. Ela conta com recursos de rechamada automática e grupos de ramais definidos para atender ligações externas, essa Central também possibilita fazer reuniões internas ou externas pelo telefone.

Central Corp 16000 – configuração máxima 16 linhas e 64 ramais.

A Central Corp 16000 é indicada para empresas de médio a grande porte, ela possui várias funções que lhe ajuda em seus negócios, fazendo com que as ligações sejam encaminhadas automaticamente. A Corp 16000 permite você selecionar quem ira fazer as chamadas externas além de possibilitar o acesso a as chamadas não atendidas e recados. Ela também permite que ligação em um determinado horário seja atendida por um ramal especifico ou até mesmo um grupo de ramais.

Central 141 Digital – configuração máxima 45 troncos digitais e 96 ramais (analógicos e/ou digitais).

Central 94 Digital – Configuração 32 Ramais Analógicos + 1E1 IMPACTA 94 INTELBRÁS.

Para quem esta procurando uma Central telefônica que esta caminhando junto a tecnologia, ela possibilita a comunicação com o mundo da comunicação digital, que podem atender os mais exigentes padrões de comunicação. As Centrais 141 e 94 Digitais oferecem a possibilidade de programação via internet, proporciona maior qualidade de áudio, discagem direta a ramal e identificação de chamadas. Todos estes conceitos de tecnologia foram desenvolvidos para surpreender as expectativas em serviços e soluções.

E agora que você já ficou sabendo um pouco mais sobre as Centrais Telefônicas, navegue à vontade em nosso blog, e não esqueça de acessar nossa Loja e conferir todas as soluções em Telefonia que possuímos, Confira!

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Quais os tipos de Alto Falantes Automotivos? Quais as Diferenças?

08/07/10

Escrito por Hayamax em Automotivo

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Veja quais as diferenças entre os vários Alto Falantes Automotivos: Woofer, Subwoofer, Mid-range, Tweeter, Coaxial… Enfim, tudo sobre Alto Falantes para carro.

Os alto-falantes são os porta-vozes do som do seu carro. E se eles forem ruins, o som também será. Atualizar os alto-falantes do carro talvez seja a maneira mais fácil e mais popular de aperfeiçoar o seu entretenimento móvel. Devido à popularidade dessa atualização, você encontrará mais opções nesta do que em qualquer uma das outras categorias. Basta entrar em qualquer loja especializada em sistemas de áudio automotivo e constatar a ampla variedade de opções.

Os tipos mais comuns de alto-falantes:

• Woofer: alto-falante de maior área, que reproduz bem os sons graves, médio-graves e parte dos médios (de 50 Hz a 5.000 Hz). Possuem borda rígida e seu tamanho pode variar de 1.2″ a 18″. É indicado para reproduzir sons de bumbo, tambor, parte do piano, do baixo e da guitarra.

• Subwoofer: sua reprodução está ainda mais abaixo da reprodução dos woofers. É um tipo de alto-falante usado para reproduzir freqüencias baixas (sons graves e sub-graves), geralmente abaixo de 45Hz. É o falante do qual os motoristas amantes de Som Automotivo, mais se orgulham. É indicado para a reprodução de sons de contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria. Não há um local específico para sua instalação, mas deve-se ter a preocupação de não obstruí-lo com bagagens nem deixá-lo atrapalhar a circulação dentro do carro.

• Mid-range: é um alto-falante usado para reproduzir as frequências médias, geralmente entre 300 Hz a 5.000 Hz. Sendo assim, conseguem reproduzir a maioria dos instrumentos musicais, mas reproduzem bem mesmo a faixa que cobre a voz humana. Um Mid-Range deve ser posicionado na parte inferior do carro e também atrás do banco traseiro sobre a tampa interna do porta-malas, se possível direcionados aos ocupantes. Possuem geralmente tamanho inferior a 8″.

Uma variação derivada desse tipo de alto-falante são os mid-bass, voltados para os sons na faixa dos médio-graves (entre 50 e 500 Hz, ficando tipicamente entre 100 e 300 Hz).

• Tweeter: alto-falante pequeno (variando de 0,5″ a 3″), que reproduz bem os sons mais agudos (frequência de 5.000 Hz em diante). Deve ser direcionado aos ouvidos dos ocupantes do carro, devendo ser instalado no painel ou em cima das portas. Este sistema é responsável pela reprodução do efeito estéreo, característica sonora que transmite a sensação de distribuição espacial da música no ambiente. Os veículos mais modernos já saem de fábrica com um local exclusivo para instalação desse dispositivo que geralmente é próximo aos retrovisores externos.

• Triaxial: o sistema triaxial não é bem um alto-falante, mas um conjunto de tecnologias. Dentro de uma mesma carcaça são colocados um woofer, um mid-range e um tweeter. A faixa de frequência que ele atua varia de 50 a 20.000 Hz, e é indicado para reprodução de todos os instrumentos, exceto contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria.

• Coaxial: parecido com o triaxial, mas sem o mid-range. Traz na mesma carcaça um woofer e um tweeter, muito utilizado em kits de alto-falantes originais. É utilizado para reprodução de todos os instrumentos, exceto contrabaixo, baixo eletrônico e bumbo de bateria.

Mas como funciona o alto-falante?

Basicamente um Alto-Falante composto de um cone, ou diafragma, da cesta, da suspensão e do tripé. A suspensão, ou envolvente, é uma aba de material flexível que permite que o cone se mova, e é anexada à estrutura de metal do condutor, chamado de cesta. O Diafragma, geralmente feito de papel, plástico ou metal, é anexado na extremidade larga da suspensão. A extremidade estreita do cone é conectada ao espiral de voz. Já o espiral é anexado à cesta pelo tripé, um anel de material flexível. O tripé mantém o espiral na posição, mas permite que se mova livremente para frente e para trás.

Existem dois tipos de amplificador. Os chamados Mosfet, que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados Booster, que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal. Os Mosfet possuem melhor qualidade de áudio, pois eles não só amplificam o som, mas mantém sua qualidade. Entertanto, os boosters ainda são mais usados no Brasil, por serem mais baratos.

Bom, agora navegue a vontade em nosso blog, e confira também todas as soluções que possuímos em Som Automotivo: http://www.hayamax.com.br/0300-automotivo

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Set-Top Box: Como escolher e comprar um Conversor Digital

02/07/10

Escrito por Hayamax em Audio e Vídeo

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O Brasil definitivamente pulou de cabeça no planeta chamado: TV Digital. O crescimento da TV Digital em um ano de Copa de Copa do Mundo, sem contar que em poucos anos teremos Copa e Olimpíadas por aqui, se deve a vontade/paixão do consumidor brasileiro de assistir tudo em Alta Definição. E o que os grandes varejistas querem?: Vender muitas TVs Full HD com conversor digital integrado. Mas será mesmo necessário trocar a sua Televisão Convencional ou aquela de LCD novinha que você comprou no ano passado?

Acredita-se que até 2016, a TV digital já esteja nos lares da maioria dos brasileiros “telespectadores” assíduos, e o sinal já tenha alcançado todo o Brasil. A mudança amplia a qualidade das transmissões com imagens mais nítidas, sem interferências ou ruídos.

Alta definição, mobilidade, interatividade. As novidades da TV digital são muitas e pouco a pouco vão fazer parte da rotina das pessoas. Mas para usufruir de tanta tecnologia é necessário ter um televisor igualmente moderno (HDTVou Full HD com conversor integrado) ou um conversor digital.

Conversor Digital ou Set-Top Box: é o equipamento que deve ser conectado às televisões que não possuem um sintonizador digital, para que o sinal possa ser convertido pelo aparelho. Para receber os sinais da TV digital, o usuário deve, primeiramente, ter uma antena UHF. O passo seguinte deve ser a compra de um conversor digital, também conhecido em inglês como set-top box. A função desse aparelho é a de decodificar os sinais emitidos pelas emissoras e enviá-los em alta definição para os aparelhos de TV. Alguns modelos de Conversor Digital podem ser utilizados para bloqueio de canais e reprodução de fotos em JPEG, músicas em MP3 e vídeos MPEG-2 e MPEG-4. Como em outros produtos eletrônicos, o tipo de tecnologia utilizada pode influenciar no custo.

Preciso Trocar minha Televisão “zerada” por uma nova?

Não, não é necessário comprar uma televisão nova para receber o sinal digital. A melhor solução é adquirir um Conversor Digital, o conversor para que sua TV receba o sinal digital, que funciona como um receptor semelhante aos das televisões digitais pagas.

Você deverá conectar o conversor na entrada para DVD (normalmente Áudio e Vídeo), mas se sua TV já for uma de LCD mais novinha, provavelmente poderá ter entradas como Vídeo Componente e HDMI, que influenciam diretamente na qualidade da imagem.

Qual Conversor Digital devo comprar?

Observações importantes:

• Tipo de TV: alguns conversores são específicos para as TVs convencionais(de tubo), outros são indicados para televisores de plasma ou LCD e existem os que são compatíveis aos dois tipos de TV.

• Conexão analógica ou digital: observe se as opções de entrada e saída para conexão dos fios são compatíveis com o seu aparelho de TV.

• Tela 4:3: alguns conversores ajustam a imagem digital – que é transmitida no formato 16:9 – para exibição em tela de 4:3, evitando as faixas horizontais em cima e embaixo da imagem, como acontece com alguns DVDs.

Existem no mercado dois tipos de Set-Top Box: Conversores de alta definição (HD) e Conversores Convencionais. Os convencionais transmitem, como o próprio nome diz, o sinal convencional através de cabos Audio e Vídeo, já o de alta definição transmite imagens HD através de cabos HDMI (Vale lembrar que de nada adianta um conversor de alta definição se você não possui uma TV HD).

A Semp Toshiba Lançou dois modelos de Conversor Digital, um Convencional e um High Definition. Vamos a eles:

Conversor de TV Digital DC2008H Com HDMI SEMP TOSHIBA

O DC2008H TOSHIBA é um conversor de alta definição que transmite o sinal para a TV via cabo HDMI, mas que também funciona com TVs convencionais enviando o sinal via cabo AV. Possui entrada USB para exibir fotos ou ouvir música em MP3. Pode-se escolher transmitir a imagem em 4:3 ou 16:9 (widescreen). Vem com controle remoto e 1 ano de garantia. Se você possui uma TV convencional, o melhor seria trocar por uma TV de alta definição, já que comprar um conversor de alta definição para uma TV convencional é o mesmo que dar uma Ferrari para seu filho de 2 anos de idade: ele vai até brincar lá dentro, mas não vai aproveitar o que ela tem de melhor. Ele é mais indicado para TVs de LCD que não possuem conversor digital.

Conversor de TV Digital Convencional DC2007M SEMP TOSHIBA

Conversor ideal para quem possui TV convencional, ele tem entrada USB, pela qual se pode ver fotos, vídeos e ouvir músicas em MP3. Pode também bloquear canais ou programas de acordo com a faixa etária. Se você tem uma TV de LCD ou outro tipo de alta definição, não é interessante adquirir um aparelho desses, seria como usar um enorme baú somente para guardar uma agulha.

A Antena UHF

Não podemos nos esquecer de que o conversor precisa de uma antena para que assim obtenha um sinal para converter. Nesse caso precisamos de uma antena UHF, como a Antena de TV digital SDV2210/55 da Philips. O bom dessa antena é que ela recebe sinal digital e também o analógico, bem como sinal FM. Tem qualidade superior de recepção e além de tudo é compacta e possui um ótimo design.

RCA, S-Vídeo, vídeo composto ou HDMI?

Para que o sinal digital decodificado pelo conversor seja exibido na tela da TV é necessário que os dados sejam transmitidos de um aparelho para outro e isso acontece por intermédio dos cabos.

Entradas incompatíveis com os cabos disponíveis ou um erro durante a instalação podem impossibilitar o funcionamento do sistema. Esteja atento às opções de conexões entre sua TV e o conversor digital.

Um outro detalhe é qualidade dos cabos, que influenciam diretamente na qualidade da imagem (mas é assunto para um artigo inteiro). O que devemos levar em conta é que de nada adianta ter um Conversor Digital, uma antena e uma TV, tudo de ótima qualidade, se os cabos você comprou no 1,99.

• Vídeo Composto (RCA): é o famoso Áudio e Vídeo. É formado por três conectores coloridos (amarelo, vermelho e branco, ou preto). O vermelho é destinado a transmissão do áudio direito; ao branco – ou preto – cabe o áudio esquerdo e o amarelo é responsável pela imagem.

• Vídeo Separado (S-Vídeo): nesse tipo de conexão são usados três fios: um para transmissão da imagem em preto e branco, outro para os dados em cor e o último como fio-terra.

• Vídeo Componente: entre os conectores analógicos (RCA e S-Vídeo) é o melhor tipo de transmissão de informação, composto por três cabos identificados pelas cores verde, azul e vermelho.

• HDMI (High Definition Multimedia Interface): consiste num tipo de conexão de alta definição que une informações de som e imagem num único cabo. Diferente dos conectores analógicos o HDMI utiliza informações digitais, o que amplia a qualidade da transmissão.

Bem, agora que você já possui um pouco mais de conhecimento sobre os modelos de conversores, só resta você escolher o ideal para você. Caso você ainda tenha uma TV convencional, o ideal mesmo seria trocar todos seus equipamentos para que assim você possa desfrutar de som e imagem superior. Mas se a grana está curta, um receptor convencional já está de bom tamanho para começar. Veja também os Conversores Digitais que possuímos em nossa loja, Confira!

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Encordoamento de Guitarra: Dicas para escolher, comprar e trocar as cordas da sua Guitarra

02/07/10

Escrito por Hayamax em Instrumentos Musicais

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Hoje nós da Hayamax preparamos um artigo para a legião de guitarristas e aspirantes a guitarristas que ainda possuem dúvidas sobre encordoamentos e sobre que cordas comprarem para suas guitarras.. Um assunto importantíssimo, já que a qualidade do seu som está diretamente ligado a qualidade do som da guitarra.

Encordoamento para Guitarra: Diâmetro x Tensão

Normalmente chamamos de tensão o que deveríamos chamar de diâmetro ou espessura. Quando dizemos que um encordoamento de guitarra é 0.09, significa que a corda mais fina do jogo possui este diâmetro.

Cordas 0.08 – É um corda extremante leve. São recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força/esforço com os dedos, ou seja, tanto guitarristas inciantes, mulheres e alguns poucos guitarristas solos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra nada encorpado, muito mais fraco e magrinho. E outra desvantagem é que arrebentam muito fácil.

Cordas 0.09 – São as mais usadas no mundo. Isso porque elas são amplamente utilizadas por guitarristas iniciantes e guitarristas solos. Possuem um bom som, de um modo geral brilhante e cristalino, e sua principal característica é o fato de facilitar a agilidade e velocidade na execução de técnicas como bends, tapping, arpejos entre outros.

Cordas 0.10 – É sempre a mais indicada por nós da Hayamax. Isso por que as cordas 0.10 proporcionam o timbre mais versátil possível as guitarras. Ideal para 80% dos guitarristas. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes e brilho inquestionável. Os bends ainda continuam fáceis e a 0.10 é excelente para execução de Power Chords (base) e variados estilos que utilizam distorção. E a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte e braço) dificilmente vai arrebentar.

As cordas de 0.08 a 0.10 são mais utilizadas em Guitarras com ponte Floyd-Rose( Ponte-Alavanca) e Stratos.

Cordas 0.11- Pesada. É um tipo de corda muito rígida. Possui um timbr bem característico e muito bom, recheado de graves. É a mais usada em guitarras do tipo Les Paul, Stratocasters e Semi-Acústicas. E dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada…). Não é indicada para inidicada, apenas para guitarristas que já estão há algum tempo na estrada. É muito usada no blues, no Rock and Roll e no jazz.

Cordas 0.12 - É um tipo de corda extremamente pesada. Não recomendamos muito esse tipo de corda para a maioria dos guitarristas. Com ele é mais fácil de empenar o braço do instrumento devido à tensão gerada. É usada apenas por guitarristas experientes, normalmente de Blues e Jazz, e com o devido acompanhamento de um Luthier. Além disso, dificulta a realização de várias técnicas e gera fadiga muscular, devido o esforço repetitivo. Mas o som, para quem as utiliza bem, é realmente perfeito, grave e encorpado, de altíssima qualidade.

De 0.12 pra cima, é só para guitarristas profissionais e muito bem orientados.

Marcas de encordoamento para guitarras

Hoje existem as mais variadas marcas de encordoamento no mercado. Mas nós da Hayamax aconselhamos sempre que você fuja de marcas desconhecidas ou suspeitas. Para quem quer um encordoamento de qualidade para sua guitarra, mas não quer pagar muito caro, sempre indicamos os encordoamentos da Giannini. A D`ADDARIO, que possui encordoamentos profissionais que estão entre oe melhores do mundo, também possui linhas mais acessíveis e de alta qualidade. Marcas como GHS e Elixir, são sempre bem vindas. Aliás, normalmente os guitarristas que um dia experimentam Elixir, nunca mais querem trocar de marca.

Uma dica que fica da Hayamax, é que quando você acertar o encordoamento do seu gosto, aquele mais se adequou ao seu estilo e padrão de qualidade. Não troque mais, utilize sempre a mesma marca e tensão, isso vai lhe poupar algumas dores de cabeça futuras com sua guitarra.

E agora que você já curtiu algumas dicas básicas para você comprar as cordas certas para a sua guitarra. Clique Aqui e veja os mais variados exemplos de encordoamento para guitarra em nosso site. Confira!

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Filtro de Linha, Estabilizador ou NoBreak – Como proteger meu PC na Rede Elétrica?

02/07/10

Escrito por Hayamax em Informática

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A maioria das pessoas, podemos dizer 99% delas, sabem que seu computador ligado diretamente na tomada corre sérios riscos de vida. O problema é que a maioria destas pessoas deixam pra depois a resolução deste risco. E um outro problema, menos grave, é que uma parte das pessoas que procuram algo para proteger seu Computador ficam com dúvidas: Filtro de Linha, Estabilizador ou NoBreak – Como proteger meu PC na Rede Elétrica? E no fim, acabam comprando errado.

Existem no mercado os filtros de linha, estabilizadores de tensão e no-breaks, que entre as diversas funções, tem como principal objetivo servir como uma primeira linha de defesa contra problemas na rede elétrica, oferecendo níveis variados de isolamento em relação aos problemas da rede.

Filtros de linha: Eliminam ou minimizam os ‘ruídos’ da rede elétrica gerados por outros equipamentos conectados a rede, como motores, fontes chaveadas e aparelhos de solda ou ainda por descargas atmosféricas. Seu funcionamento é muito simples: quando a linha apresenta uma corrente maior do que a indicada pelo aparelho seu fusível se funde interrompendo o fornecimento. Uma das principais diferenças entre um filtro de linha e uma extensão comum é essa. Por exemplo, durante um temporal, as oscilações da energia podem gigantes, o que provavelmente queimará o fusível e não seu computador. (vale lembrar que neste caso seu computador desliga bruscamente, e você perder dados não salvos)

Estabilizadores: Foram criados para proteger os eletrônicos das variações bruscas de tensão, corrigindo as diferenças de tensão da rede. Ou seja, se a rede estiver baixa, ele eleva sua potência e, do contrário, a limita para que o computador receba o nível de energia mais próximo do ideal. O computador e todos seus periféricos devem ser ligados ao estabilizador. Para escolher o estabilizador correto, some as potências de todos os aparelhos que serão conectados a ele e acrescente uma folga de 20%.

No-break: Se os estabilizadores garantem o nível de energia constante, são inúteis em caso de blecautes. Os No-breaks, além de estabilizar, funcionam como baterias externas que garantem o fornecimento de energia em caso de alguma emergência nesse sentido. Também chamados de UPS (do inglês Uninterruptable Power Supply) podem tanto funcionar por apenas alguns minutos, para que o usuário possa desligar normalmente o computador sem a perda de dados e, neste caso, são chamados shortbreakes, quanto por longos períodos. Sua autonomia depende da potência de suas baterias e também da quantidade de equipamentos que estiverem ligados a ele.

Por quê preciso usar filtros, estabilizadores e no-breaks em meu computador?

Quase tudo dentro de um PC é feito usando eletricidade. Ela é convertida em processamento, usada para gerar lasers, que leem e gravam CDs e DVDs, transformada em pulsos magnéticos, usados para gravar dados nos platters do HD, convertida em sinais de rádio pela placa wireless ou em sinais analógicos pelo modem e pela placa de som, transformada em luz pelo monitor e assim por diante.

Começando do básico, os três problemas mais comuns na rede elétrica são os brownouts (sub-tensão), surtos (sobre-tensão) e spikes (descargas).

Nos brownouts (também chamados de sags) a tensão cai durante um certo período, muitas vezes para 90V ou menos, o que pode ser causado tanto pela própria rede elétrica quanto pelo acionamento de um chuveiro ou outro aparelho elétrico que consuma muita energia.

Todos os aparelhos eletrônicos são capazes de funcionar com uma tensão um pouco mais baixa (em geral, variações de até 10% para mais ou para menos são consideradas seguras), mas isso aumenta a corrente, fazendo com que a fonte do seu PC aqueça mais que o normal. Se a fonte já estiver trabalhando próxima da sua capacidade máxima, a queda na tensão pode acionar o circuito de proteção, desligando o micro. As fontes com PCF ativo possuem uma tolerância muito maior aos brownouts que os modelos antigos.

Os surtos são o problema mais comum, onde temos um aumento de até 100% na tensão, por um curto espaço de tempo. Os 127V da tomada se transformam em 150 ou 200V por algumas frações de segundo. Devido à sua curta duração, os surtos são relativamente benignos.

Finalmente, temos os spikes, que são descargas maciças, porém de curta duração. Eles surgem principalmente devido à ação de raios e queima de transformadores. Eles são especialmente perigosos, pois podem causar desde danos aos pentes de memória, HD e outros componentes sensíveis, até queimar completamente o equipamento.

Quando uso No Breaks, Estabilizadores e Filtros de Linha.

O uso indicado é basicamente nesta ordem. Se sua única preocupação é que não queime nada em seu computador, um filtro de linha resolve. Mas se você não quer que seu PC desligue em cada chuva, e quer um pouco mais de segurança, principalmente se o fornecimento de energia ou o sistema elétrico da sua casa não são confiáveis, um estabilizador é mais aconselhável. Porém, se você quer total segurança, e mais: não quer perder nada do que está fazendo, quer salvar aquele trabalho, aquele projeto ou mesmo aquele game; neste caso um NoBreak é imprescindível.

Na Hayamax você encontra muitas soluções para a segurança do seu PC, confira! http://www.hayamax.com.br

estabilizadores, filtros de linha, nobreaks

Qual o Módulo de Potência certo para o meu Subwoofer

02/06/10

Escrito por Hayamax em Automotivo

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Entenda como um Módulo de Potência e um Subwoofer trabalham em conjunto. Mais abaixo veja também como “casar” estes componentes de som automotivo. Hoje nós da Hayamax enfim decidimos falar um pouco sobre a relação Amplificador x Subwoofer.

Módulo e subwoofer é sem dúvida a dupla que dará peso a trilha sonora do seu sistema de som automotivo. Para que o som tenha qualidade e nitidez alguns detalhes precisam ser observados.

Regra de ouro: fique de olho na potência máxima do amplificador. De preferência, ela deve ser sempre menor ou igual à potência máxima do alto-falante. Se a potência for maior, a qualidade do áudio pode ser insuperável, porém dependendo do volume do som que você use, pode causar graves danos ao seu alto-falante. Sem contar os ruídos e distorções que podem tomar o lugar da boa música. Resumindo: a potência nominal (RMS) do Módulo deve ser compatível à potência nominal (entrada) do alto-falante.

Sabe o que acontece quando você liga um Módulo de potência nominal de 1500 W (RMS) a um alto-falante com potência máxima de 1000 W? Você queimará (derreterá) as bobinas do alto-falante! Portanto, muita atenção para o volume máximo.

Outro detalhe importante é a impedância de saída do amplificador. Ela precisa ser igual ou menor à impedância do alto-falante. Caso você ligue uma associação de subwoofers que tenha impedância abaixo da mínima aceita pelo seu Módulo automotivo, este esquentará até danificar o circuito.

Módulo de Potência x Subwoofer

Abaixo daremos algumas dicas com exemplos para que você compre o Amplificador certo para o seu Subwoofer. Vale lembrar as duas regras citadas acima:

1º – Casar a potência SUPORTADA pelo subwoofer com a FORNECIDA pelo Módulo.

2º – Obedecer a impedância mínima especificada pelo Módulo.

Subwoofer de 4 Ohms que suporta 200W RMS: O Módulo ideal aqui é um que forneça 150 a 250W RMS a 4 Ohms. A impedância mínima pode ser 1, 2 ou 4 Ohms.

Subwoofer de 4 Ohms que suporta 200W RMS: Você precisa de um Módulo que forneça 150 a 300W RMS a 4 Ohms, a impedância mínima pode ser 1, 2 ou 4 Ohms.

Subwoofer de 2 Ohms que suporta 500W RMS: Aqui o ideal é um Módulo que forneça 300 a 600W RMS a 2 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms.

Dois Swoofers de 4 Ohms que suportam 300W RMS: você precisa de um Módulo que forneça 500 a 800W RMS a 2 Ohms (dois subwoofers em paralelo) , a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms.

Dois subwoofers com bobina dupla de 2 Ohms (cada bobina) e suporta 700W RMS total (350W cada bobina): Você vai precisar de um Módulo que forneça 1000 a 1600W RMS a 2 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms, mas ele tem que fornecer 1000 a 1600W a 2 Ohms.

Dois subwoofers com bobina dupla de 4 Ohms (cada bobina) e suporta 700W RMS total (350W cada bobina): O ideal aqui é um Módulo que forneça 1000 a 1600W RMS a 4 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ,2 ou 4 Ohms, mas ele tem que fornecer 1000 a 1600W a 4 Ohms.

Recapitulando: Se o amplificador fornecer potência muito acima do suportado pelo subwoofer, você corre o risco de derreter a bobina do falante, caso o nível de distorção seja elevada e tocada por longo tempo. Mas por outro lado, se o Módulo que você comprou fornecer pouca potência, podemos dizer que você gastou dinheiro a toa. Pois o Módulo não terá força pra movimentar o conjunto de bobina e o cone do subwoofer. No fim é a qualidade do áudio que vai ficar extremamente prejudicada.

Detalhes na instalação

Sempre interligue as bobinas do alto-falante. Observe que você nunca pode conectar seu Módulo a apenas uma das bobinas e nem ligar canais diferentes do seu Módulo no mesmo alto-falante.

O fabricante de seu subwoofer indica medidas mínimas de caixa para a instalação correta. Respeite-as para garantir qualidade e desempenho de seu sistema de som. O som é, sobretudo, uma realidade acústica que precisa de espaço físico para acontecer. Em outras palavras, o subwoofer precisa vibrar para poder dar peso ao som. Caixas muito pequenas impedirão que isso aconteça.

Dica da Hayamax

Os instaladores profissionais sabem fazer combinações em série e/ou paralelo dos alto-falantes de modo a obter a carga que fará com que o amplificador possa trabalhar na máxima potência. Portanto, o ideal é que você procure profissionais que tenham finalizado projetos para amigos ou conhecidos e confira o resultado antes de contratá-los.

Os critérios adotados aqui são para a maioria dos usuários que são leigos no ajuste da sensibilidade do Módulo. Agora, veja em nosso site todos os nossos equipamentos para montar ou dar um upgrade no som do seu carro, Confira! http://www.hayamax.com.br/0300-automotivo

Post tirado do Blogmax.

amplificador, módulo de potência, Som Automotivo, subwoofer

Como e Onde posso jogar meu lixo eletrônico?

24/05/10

Escrito por Hayamax em Dicas

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Constantemente falamos aqui, aliás trabalhamos com isso, sobre as novas tecnologias e novos aparelhos eletrônicos, novidades da informática e da telefonia. Mas uma coisa que pouca gente já parou para pensar é: Onde jogo todas estas tranqueiras eletrônicas que comprei ao longo do tempo e já estão imprestáveis?

Pois bem, este é o assunto de hoje: Onde jogar seu lixo eletrônico. Vale apena lembrar que o “lixo eletrônico”, que nos referimos aqui não são os SPAMs da sua caixa de emails e sim os produtos eletrônicos inutilizados.

Lixo Eletrônico: também conhecido como E-Lixo ou E-Waste (em inglês), é o mais novo vilão do meio ambiente. São os artigos eletrônicos que não podem mais ser reaproveitados, como computadores, celulares, notebook, câmeras digitais, MP3 player, entre outros.

Vamos lá: Quantos aparelhos de celular você já teve? Pela sua sala, passaram quantas TVs? A torradeira, o ferro elétrico, aquele PC pré-jurássico, que fim levaram? Muitos equipamentos foram parar na casa do amigo menos favorecido, do vizinho, coisa comum num país como o Brasil. É fácil doar. Difícil é saber o destino final do lixo que produzimos e que carrega elementos tóxicos como o chumbo, o cádmio e o mercúrio.

E é exatamente porque estes equipamentos possuem estas substâncias nocivas, que quando jogados de forma incorreta e em locais nada apropriados, como lixões e perto de lençóis freáticos, causam danos irreparáveis ao meio ambiente.

Celulares e equipamentos eletrônicos possuem componentes que trazem impactos ao meio ambiente e até à saúde humana. Imagine só quantos computadores, telefones e outros eletrônicos são colocados em desuso por ano? Quantas baterias com compostos químicos perigosos são descartadas indevidamente? Diante deste cenário, descartá-los de forma adequada é necessário. Mas onde?

No Brasil, são comercializados mais de 12 milhões de computadores por ano e a estimativa é de que 1 milhão de unidades são colocadas “fora de uso” no mesmo período. Segundo a Anatel, em fevereiro desse ano, alcançamos o número de 176 milhões de linhas de telefone celular, ou seja, 176 milhões de aparelhos. Para se ter uma ideia, os resíduos eletrônicos já representam 5% de todo o lixo produzido pela humanidade. Isso quer dizer que 50 milhões de toneladas são jogadas fora todos os anos pela população do mundo.

Como Reciclar o Lixo Eletrônico

O produto mais fácil de ser devolvido é o telefone celular: além dos fabricantes, muitas operadoras recolhem os aparelhos. De acordo com a Nokia, 80% dos itens de um aparelho celular podem ser reciclados. Para pilhas, procure os locais de coleta seletiva da sua cidade, e não as jogue no lixo comum, algumas redes de mercados, também recebem as pilhas usadas, pois devolvem para os fornecedores.

Porém, ao contrário do que acontece com os telefones, não é tão fácil devolver tocadores digitais ou computadores.

Uma dica para reciclar seu computador da melhor forma possível, caso não haja condições do mesmo ser reutilizado é dividir e desmontar o PC. Através disso você poderá separar os componentes de metal e plástico, fazendo com que ambos tenham um destino correto.

O que acontece é que as empresas de reciclagem normalmente são especializadas, ou seja, só reciclam plásticos ou metais, não os dois juntos. Sendo assim, separar se torna uma boa alternativa para aproveitar o máximo do seu computador velho de guerra.

Nem todos os fabricantes têm um programa de coleta e reciclagem. Resta, então, ao consumidor doar o equipamento para alguma instituição. Procure em sua cidade entidades ou ONGs que realizem esse trabalho.

Confira abaixo, algumas empresas e entidades assistenciais que recebem equipamentos antigos:

E-Lixo: Se você mora no estado de São Paulo acesse o E-Lixo Maps, lá você coloca seu Endereço e o tipo de lixo eletrônico e o site localiza o local mais próximo para descartar seus aparelhos.

Agente Cidadão: Antes de serem doados para instituições, os computadores são reparados. O doador recebe uma carta informando para qual instituição o PC foi encaminhado.

Mais informações em: http://www.agentecidadao.org.br

Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes: A associação recebe vários itens, inclusive computadores, que são doados para instituições cadastradas na entidade

Mais informações em: http://www.abre-excedente.org.br

Comitê para a democratização da Informática (CDI): A ONG está presente em diversas cidades do país. É possível agendar a retirada de computadores na própria residência do doador.

Mais informações em: www.cdi.org.br

Museu do Computador: Localizado na capital paulista, o Museu do Computador recebe doações de todos os equipamentos que relacionados ao computador, além de telefones, máquinas de calcular, máquinas de escrever, vídeo games, impressoras de todos os tipos e peças de computadores como teclado, monitores, mouse e fontes (mesmo sem funcionar).

Mais informações em: http://www.museudocomputador.com.br/doar.php

Agora que você já recebeu algumas dicas e soluções para você jogar fora seu lixo eletrônico, navegue à vontade em nosso blog.

Post tirado do Blogmax.

hayamax, jogar lixo eletrônico, lixo eletrônico
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